Oiii... Sou o Clésio. Você que me visitou (Blog) não deixe de comentar. Há cinco anos espero por pessoas que me façam perguntas. Só através delas é as respostas que eu der, você sabérá quem sou. Para você conhecer alguém, converse, fale com ela. Escute-a. É a única maneira de você conhecer uma pessoa, isto é, deixá-la falar. E como faz par uma pessoa falar? Perguntando, ou falando de coisas de que ela gosta. Interesse-se por coisas de ela a pessoa goste e você vai perceber o quanto ela irá se alegrar. Mesmo pessoas consideradas difíceis, caladas...se você conquistar sua confiança, vai ser uma pessoa que gostara de falar de conversar contigo. E falando de suas coisas, através de suas perguntas, ela cada vez mais irá se abrir e você então será conquistada por ele, ao que você tem interesse de conhecer. Lembre-se daquelas pessoas, que vemos em filme. Ficou traumatizada com algum acontecimento. Se cala. Mas se você conquistar sua confiança, ela certamente confiará em você e então você poderá descobrir o que se passou com ela. Saber conversar é uma arte. Interesse-se pelas coisas que o outro goste e você conquistará essa pessoa. Podes crer!. Estou lendo: Como fazer amigos e influenciar pessoas; Leio também, Como fazer amigos? Leio também outros livros que fazem-me compreender o ser humano. O ser humano é um mistério. Tem também por ai, muitos 'cabeças de bagres', 'imbecis' que só sabem fazer você se aborrecer. Lembre-se daquela expresssão. Fuja daquelas pessoas agressivas e insinceras, pois elas afligem o nosso espírito. Acostume-se a viver bem, em paz consigo mesmo. Li a pouco um texto que se reporta a solidão. Nada é contra a solidão se você se sentir bem sozinho. O texto é da autora: 
Sim, é possível ser feliz sozinho Não defendo a solidão total como a melhor maneira de se viver, pois o ser humano é gregário e poucas coisas na vida são tão agradáveis e construtivas quanto o convívio saudável com outras pessoas. No entanto, esse convívio deve ser espontâneo e prazeroso, senão não tem razão de ser. Lembram-se da velha máxima de que “antes só do que mal-acompanhado”? Como todo ve ...lho provérbio, ele é sábio e direto. Muitas vezes, estar sozinho pode ser mesmo a melhor opção. A solidão nos proporciona o encontro com nós mesmos, nos induz à reflexão e ajuda a iluminar o nosso caminho rumo ao autoconhecimento. O problema é que, cada vez mais, percebo que não vivemos numa sociedade de livres pensadores e sim numa sociedade de autômatos sem personalidade, que acatam com espantosa subserviência todos os modismos e exigências do sistema. As pessoas, simplesmente, não se permitem pensar e chegar a conclusões tão óbvias, preferindo abraçar cegamente e de maneira desesperada o modus vivendi estabelecido pela mídia e abrir mão da sua individualidade em nome de uma falsa sensação de aceitação social. Dessa maneira, o que passa a valer é o que a sociedade considera correto e aceitável e não o que cada um deseja sinceramente para si. E a nossa sociedade condena veementemente a solidão, como se fosse uma aberração. De maneira silenciosa, porém ostensiva, ela nos obriga a estar sempre acompanhados como condição sine qua non para podermos interagir plenamente com o meio. Uma pessoa sozinha é vista como alguém doente, sem atrativos, um rejeitado social, um infeliz que não teve competência para encontrar um(a) parceiro(a) e agora amarga a solidão por pura falta de opção. A sociedade latina em geral e a brasileira em particular ainda não aprendeu a aceitar a solidão como uma opção. Nos finais das telenovelas, por exemplo, a maioria dos personagens “bons” acaba, de alguma maneira, encontrando um par; os “maus” são punidos com a solidão e o abandono. É o supremo castigo na ficção, só comparável à prisão ou à morte. Com as mulheres essa cobrança é ainda mais forte. Todos dizem: ah, você é uma escritora famosa ou dirige uma empresa ou está à frente de um conselho administrativo... Mas quando vai se casar? É claro que um casamento ou mesmo um namoro prolongado podem ser extremamente gratificantes e muitas uniões duradouras comprovam isso. Mas o ato de se casar ou de ter um parceiro ao lado deve partir, sobretudo, de um anseio íntimo e genuíno e jamais de uma cobrança social coletiva. E sim, é perfeitamente possível viver "antes só do que mal acompanhada".Ver mais
Escrito por Clésio de Luca às 07h19
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Hoje estou desolado, abandonado. Aqui em meu canto ( passei água benta) para ver se espantava os "espíritos maus". Agradeço ao meu Deus o fato dele me ter dado a existência. Em 11/08/11 o pai da esposa (Marcele) de meu filho Felipe, o sr. Clodoaldo morreu. Dispersão ou (grego) Diáspora, (Na antiguidade israelita, o termo "Dispersão", designava os judeus emigrados da Palestina (cf.Sl 147,2; Jt 5,19; cf. Jo 7,35). Aqui trata-se de cristãos de origem judaica dispersos no mundo greco-romano (cf. At 2,5-11). As doze tribos representam a totalidade do novo povo (At26,7; Ap 7,4+). Nota extraida de Tg 1,1: "Tiago, servo de Deus e do Senhor Jesus Cristo, às doze tribos da Dispersão: (a) Saudações,
Escrito por Clésio de Luca às 17h42
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Comentario ao site do Juca: O seu comentário está aguardando moderação. O Brasil, Juca precisa de planejamento, de um plano a ser desenvolvido em nosso território para limpar as coisas sujas, ruas, praças, vias, rodovias…sonegação, etc… Mas enquanto perdurar à corrupção, o jogo dos políticos “ficha suja” a falta de vontade política de fazer bem as coisas e sem compromissos de pessoas responsáveis, levando de barriga postergando ações,…seremos sempre esse pais, que não é levado a sério e em permanente estado de sonolência. O Brasil está a muito tempo vivendo na UTI. Embora, não obstante há locais lindos, lugares onde a criatividade aparece e em que o progresso se nota, como em alguns lugares de São Paulo . Mas a faxina deve ser geral, no território todo. Privilegiar a educação básica, fundamental, ensino médio… em todo o território nacional. Em 30/03/2011
Escrito por Clésio de Luca às 08h45
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Tenho um dvd do Roy Obirson fantástico. NightBlake
Escrito por Clésio de Luca às 20h43
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clesio de luca Florianópolis/SC - Brasil, 65 anos 25 textos (3645 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 27/03/11 19:45) |  |
Perfil Nasci no pós-guerra em 1946. Não me conformo em ter tantos anos, mais de 3 x 20 anos. Se eu olhar esse tempo, posso olhá-lo como um presente, quantos tantos já se foram. Tenho um lema, nem sempre seguido, que é Servir. Gosto de escrever, conversar então, nossa! Minha origem é italiana, e os italianos falam pelos cotovelos. Iguais as mulheres. Falam demais. Bom! Tenho um espírito jovem, disposto, claro com minhas reservas de "idoso". Detesto a velhice. Não pratico mais os esportes como o futebol, paixão juvenil; tenho historia. Agora faço a pescaria, o levantamento de copo, dançar... são meus passatempos preferidos. Sou também pintor de telas, de casarios principalmente, mas não me considero um artista plástico. Conheço uns quantos artistas plásticos. Aprecio a arte. Detenho-me a olhar quando vejo um quadro.E admiro, mas também sou um critico de arte. Vejo nos detalhes os efeitos positivos e negativos, isto é que não saiu-se muito bem, poderia ser melhor. Procuro descobrir e apurar o meu principal atributo, conselho dado pelo escritor Baltasar Gracián, que sou fã. Gosto muito da música em seus diversos gêneros, desde o samba (chorinho),até a clássica e também a sertaneja, musicas de raíz. Outra coisa maravilhosa. Viajar. Se pudesse estaria viajando sempre. Em meu estado, suiça brasileira, pelos estados vizinhos ao meu. Gosto de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais. Nunca fui ao norte e nordeste brasileiro. Gostaria de conhecê-los. Países: Brasil, Argentina e Paraguay, já é alguma coisa.Gostaria de visitar a Italia, Portugal, Espanha, Estados Unidos, França e Inglaterra, e os paises com berço cultural importante. No Brasil, não me conformo com as desigualdades sociais. Penso que ela é vergonhosa em alguns pontos.Se tivesse que escolher entre um rico ou um pobre, escolheria o pobre pois o pobre é mais chegado no contato. Os ricos tem o nariz meio empinado, porém, nem todos são maus, há aqueles que tem recursos mas são desapegados. É dificil mas existem. Gosto de ler, de assistir programas culturais, entrevistas, documentários e ver meus vídeos preferidos. Gosto dos cantores brasileiros, alguns como Adoniram Barbosa, Martinho da Vila, Zeca Pagodinho, e cantora? Sou fã de Roberta Miranda. Tenho quase todos os cds e videos gravados por ela. Gosto também da música instrumental, violão, piano e cavaquinho. Em Curitiba quando passeio por lá, programa imperdível e assistir ao grupo de chorinho, que se apresenta próximo a Feira de artesanatos que existe no centro da capital paranaense. Falando em feiras, é um programa explêndido. Visitar Feiras, conhecer os produtos naturais, o mel, e tudo o que de bom existe na natureza. E o pastel da feira? Indispensável. Outra coisa que gosto de fazer é visitar museus, conhecer a arte e a historia dos fundadores da cidade. Tenho família, minha esposa se chama Tânia Márcia. Uns a chamam pelo primeiro nome e outros pelo segundo. Quando alguém liga para falar com a Tânia, peço para esperar um pouco e chamo alto: Márcia, telefone! No outro lado da linha a pessoa extranha um pouco, mas acostuma. Temos três filhos: Eduardo, Felipe e Fernando. Não sabemos qual deles é mais bonito. Todos eles são belos. Sou de família de quatro irmãos: Clovis, Jose Cláudio, e Maria Gliselda. Meu pai se chamava José e minha mãe, Antonieta. Meus avós filhos de imigrantes: Constante, Delfina, Maria Milanez e Ângelo Serafim. Gosto de flores, pássaros, animais, peixes e uma pescaria...muito bom. Dizem que o tempo gasto em uma pescaria, não é contado em termos de idade, tempo. Pois é uma distração imperdível. Gosto de caminhar, de preferência no meio da mata, da selva, para apreciar a natureza bela e explendorosa. Aprecio o Mar, e as viagens em navios. Viajar de avião é maravilhoso, sinal de progresso e avanço cientifíco. Programas para passar o tempo: cinema, tv. Aprecio a arte cinematográfica, o cinema, o teatro e as apresentações musicais. Sou um fã de cinema e gosto de um bom filme, com bom enrêdo e roteiro. Detesto filmes pornográficos, não tem nada a ver. Quando aparecem cenas na cama, provavelmente troco o canal.São atos que não precisam ser expostos. Há diretores, e atores que gostam de aparecer. Acho isso ridículo. Detesto filmes nacionais que exploram a violência e o sexo. Os textos de filmes nacionais se "especializam" na pornografia. Coisa medonha, pavorosa, sem gosto. Claro, uma boa comédia não há quem resista, mas em geral os filmes nacionais apelam para o mau gosto. Sou vidrado em estudo. Aprecio as amizades, não sou tão aberto na comunicação. Mas a comunicação é um assunto preferido.Acho que em tudo é preciso primeiramente despertar a confiança. Depois sim a gente pode se abrir. "Confiança não se impõe, se conquista!. Se você leu até aqui, parabéns, você conseguiu aguentar um cara xarope e chatão!.Até a proxima.
Última atualização em 27/03/11 20:37
Escrito por Clésio de Luca às 20h39
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Há um livro antigo, intitulado a Imitação de Cristo, escrito por Tomás kempis, cônego regular, nascido em Colônia, na Alemanha, em 1380 e falecido em 1471, na avançada idade de 91 anos.Deixou ele varios escritos, referentes todos a assuntos religiosos. Reconhecem todos os tradutores quanto é árdua a missão de transplantar de um idioma para outro o pensamento alheio. Em nosso caso a dificuldade aumenta, ataendendo-se ao gênero e à epoca em que foi escrito. Não obstante isso, procuramos reproduzir, em linguagem portuguesa, o mais fielmente possível, as idéias do autor, abstraindo de qualquer preocupação de fazer um trabalho erudito e revestido de brilante forma literária. Isso porque a Imitação tem suficiente valor intrínseco e não necessita de que se lhe acrescente algo para ser lida e apreciada e para produzir copiosos frutos de bençãos e salvação. Pelo mesmo motivo dispensamos notas explicativas e comentários. Tivemos em mira fins sublimes: a gloria de Deus e o bem das almas (Pe. José Maria Cabral). Conselhos do Cardeal Henrique Henriques aos leitores da Imitação de Cristo. 1º) Marcar um hora certa, cada dia, para essa leitura e observá-la, quanto possível, inviolavelmente. 2º) Antes da leitura, preparar a alma, principalmente pela reta intenção de procurar só o proveito espiritual; erguer o coração a Deus e pedir luzes para o entendimento. 3º) Ler, não apressadamente, mas com atenção e pausa entre os versículos. Seria útil reler os trechos, segundo o assunto. 4º) Encerrar a leitura com breve aspiração dirigida a Deus, pedindo-lhe que conserve e fecunde a semente da graça lançada na alma, para que produza fruto centuplicado. A imitação compreende 4 livros: 1º Avisos úteis para a vida espiritual; 2º Exortações à vida interior 3º Da consolação interior; e 4º Do sacramento do Altar.
Escrito por Clésio de Luca às 19h28
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Sobre os Jornais daqui – A Pessoa recorre aos jornais para ter informações úteis e acompanhar os acontecimentos de sua região e do seu estado. Para que existe a imprensa, o jornalismo, a comunicação, não é para informar? O leitor se surpreende com recheios em jornais de pura propaganda. As colunas prontas, programadas com raras exceções fazem propaganda; ora da sua própria cobertura, aos atingidos pela noticia, isto é dando o destaque aos personagens. Quem é que aprecia por inteiro as figurinhas que aparecem nessas colunas sociais. É o aniversário do fulano, a viagem que fizeram ao exterior, o jantar oferecido e o “show” apresentado não por artistas contratados, mas por eles mesmos, os contratantes. Desde criancinha essa prática me desgosta. Será por frustração, ou algum tipo de ressentimento que não me ter o direito de um merecido destaque nos jornais? Pode até ser, mas não duvide do sucesso dessas pessoas que se empenham de corpo e alma para atingir suas metas, ideais e objetivos. Pouca se dá repercussão ou nada que possam aparecem nas paginas desses jornais. O sucesso existe, podem acreditar e além do mais preenche todos os vazios que deixam nessas pessoas transparecerem movidas por essas reportagens e notinhas calculadas. Dão a impressão, que a cobertura é intencional, preparada infelizmente ou paga. O leitor sente a inverdade e em geral passa por cima dessas noticias, a faz irrelevante. Com isso os nossos profissionais vão deixando sua marca, transparece que a noticia é um punhado de fatos colhidos no cotidiano, visando dar destaques aos personagens, da política, do noticiário mesmo, dos empresários, dos funcionários públicos aqueles que respondem por um determinado setor, a Previdência social, a determinada secretaria de estado, ou as noticiais policiais, algum escândalo, golpes praticados, aquelas noticias visando dar ibope. Um jornal assim não deixa de ser provinciano e um pouco leviano. Essas noticiais sem a devida necessidade não podem também ser diárias, no máximo, uma vez por semana pois dia a dia cansa. Num espaço adequado, e que veiculam nos finais de semana seria muito mais apropriado. Aprecio o caderno de Cultura, que é apresentado aos sábados. Outro caderno útil a meu ver é o caderno Variedades, pois trata dos acontecimentos intelectuais e da Cultura e do lazer. Aceita-se a sua veiculação diária, pois trazem a programação dos cinemas, TV, shows e eventos culturais. Muitas vezes essas noticiais também são copiadas dos grandes jornais que saíram no dia anterior. Acontece. Um jornal define por si mesmo a opinião dos leitores. Nos editoriais, em geral são bons, mas o somatório mesmo são aquelas noticias a que me referi, a grande maioria são bajulações baratas e para dar destaque a pessoas que não merecem e se merecerem o fazem sem muito critério. Não se quer tirar o mérito de ninguém. Jornais diários cobrem os assuntos daquele dia especificamente e visam dar a devida informação aos leitores, e não para forçarem uma avaliação de desempenho do proprio jornal. Isto o leitor faz e deveria fazer; no caso dos politicos numa eleição vai ter a resposta, porém não cabe bem para os jornais diários, aquelas traquinagens, um dia sai a noticia, no outro anulam. Do contrário nossos jornais serviriam mesmo é para embrulhar tainhas como dia desses um leitor escreveu sobre o DC reclamando de sua qualidade. Achei perfeita aquela observação, e me congratulei com o jornal por tê-la publicado. Este a meu ver é um leitor atento, escolhe bem o que lê e quer se deliciar com as boas e instrutivas noticias. Em geral, as programações de TV, programas de entrevistas e outros atrativos seguem a mesma rotina dos jornais catarinenses infelizmente. O que fazer? Procurar outros canais e jornais alternativos ou então cair na acomodação, lendo todos os dias as mesmas baboseiras, e fingir que nada nota de anormal, como faz infelizmente a maioria dos leitores.
Escrito por Clésio de Luca às 13h56
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Resposta do Sr.Ives Granda. Caro Dr. Clésio de Luca, Grato pelo seu e-mail. O artigo tem outro título: "Discriminações inconstitucionais" e objetiva criar uma sociedade de iguais e não de ódios e preconceitos. O título que deram ao artigo distorce a intenção. Estou convencido de que Thomas Merton, no livro Sementes de Destruição, traça bem o que seria o mundo ideal. Não apenas equiparar direitos, mas brancos e negros unirem-se para criar um mundo melhor. Foi, de rigor, a mensagem de Martin Luther King, que queria uma nação unida e não separada. Numa democracia, qualquer idéia expressa pode ser contraditada. Seu principal mérito é o direito de dizer, defendendo eu sempre o direito dos outros de me contestarem, como forma de exercício de cidadania. Respeito, pois, quem comigo concorda e quem de mim discorda. Forte abraço, Ives.
Escrito por Clésio de Luca às 19h39
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Carta dirigia ao Sr. Ives Granda da Silva Martins, depois de receber a mensagem VOCÊ É BRANCO? ENTÃO CUIDE-SE. Sr. Granda. Li a pouco o teor de sua mensagem, a respeito do temor de sermos brancos em detrimento do "direito" dos cidadãos que estão arrolados em sua missiva e que a legislação parece ou procura proteger. É arrisco-me a dizer, que por ganância dos brancos, é que esse pretenso direito está sendo transferido, por que alguns brancos burgueses como o Sr. se deixarmos acabam por se apoderar de tudo. Sou branco, mas não sou burguês, nem filho de burguês. O que tenho foi a custa de muito trabalho. Hoje sou aposentado (*).Este argumento também deve servir ao Senhor, que estudou, trabalhou etc. Sempre quando o vejo falar, aliás gosta bastante como eu também aprecio a fala, passa pouca verdade pelo menos para mim. Em outras palavras pouco convence. De maneira que se algo que está sendo tirado dos "brancos" em favor dos negros, indios...penso que é mais justo do que o Branco se apoderar de tudo, repito. Procure em suas falas, lembrar-se de que as minorias, recebem poucas migalhas dos brancos. De tanto os brancos usurparem os direitos das pessoas: jovens, trabalhadores, alguns estrangeiros é que a "invasão" está sendo feita e o bolo dos brancos está sendo repartido, repito por ganância dos brancos, burgueses como o nobre professor e advogado. Sou bacharel em Ciências contábeis, formado pela UFSC e pós-graduado em Comércio Exterior, pela Univalli. Estudei o quanto pude, para não ser um ignorante em discernir o direito dos outros. Dessa maneira depois de aposentado (2002), faço trabalho voluntário desde então, numa pastoral carcerária. De graça, sem cobrar nada lógico, por que faço isso? Porque não sendo burguês tive o privilégio de frequentar uma Universidade, sem pagar nenhum centavo. E com o trabalho que executo é uma forma de pagar pelos outros que não tiveram a mesma oportunidade. Meus dizeres não é para provocá-lo, nem causar polêmica. Sou um brasileiro preocupado com as desigualdades sociais gritantes por que vive o nosso país. Agora vem o Sr. com esse papo furado, defendendo os homens brancos? Mais uma vez sem convencer. Pediria ao concluir que o Sr. se dedicasse um pouco para diminuir as desigualdades sociais ai mesmo em São Paulo onde reside. Existem milhares de pessoas que perambulam durante a noite a caça de alimento nos lixões e catando lixo para reciclagem. Ganham 20,00 a 30,00 reais ao dia. São brancos, negros brasileiros. Sugiro que o Sr. dispense algum tempo para defendê-los. Tenho certeza que a sua fala passará a ser ouvida melhor depois que fizer algo para ajudá-los. Estou a seu dispôr e não me leve a mal. Obrigado Atenciosamente Clesio de Luca
Escrito por Clésio de Luca às 18h09
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Literatura, tem sido um "senão" em minha vida. Quase ninguém explica o que seja. Explico: Literatura é a forma de expressão linguistica que visa dar ao leitor o rumo do pensamento do escritor. Há literatos tolos, carentes, extrovertidos, prudentes, sensatos, alegres, tristes, tedioso. Há bastante desse gênero nas praças. Um bom livro, romance, escrito por amor a literatura deixa o leitor pasmo e abismado com a facilidade de expressão do autor. Invenção é mais própria para uso familiar do invento.
Escrito por Clésio de Luca às 16h59
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cont: Pessoas, contemporâneas buscando no lixo alimentos para si e para sua família x (versus) burgueses, filhos de burgueses se deliciando ao mesmo tempo com banquetes diários. Tenho dúvidas se pertenço a uma dessas classes? Agora, não suporto a pobreza e a miséria, a menos que se faça por opção, ai é outra coisa, até elogiável. Senso de Justiça é o que leva a convidar você para refletirmos como fazer para partilharmos o saber e o fazer. Clesio
Escrito por Clésio de Luca às 18h43
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Escrito por Clésio de Luca às 18h41
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Itarareense é Destaque no Livro “São Paulo Minha Cidade”
 A capa do Diário Oficial do Município de São Paulo, na edição de 10 de abril de 2008, na reportagem “Lembranças da São Paulo Antiga Transformam-se em Site e Livro” (do Jornalista Fernando Salgado), destaca o lançamento da bela obra literária de vulto (e com estética e conteúdo de um trabalho editorial extremamente brilhante) chamado “São Paulo Minha Cidade”. Milhares de histórias selecionadas pelo site www.saopaulominhacidade.com bancado pela São Paulo Turismo, pelo município e pelo estado, com milhares de relatos históricos, mais de cem mil acessos por mês de uma megacidade de quase onze milhões de habitantes em 454 anos de fundação e com l.500 kilômetros quadrados. Dividido em segmentos, com quinze temáticas diferentes, 360 páginas de altíssima qualidade e em edição nobre, o livro teve lançamento de garbo com show de artistas paulistanos de renome, em composições que homenageiam a capital paulista, num espetáculo lítero-musical que foi um verdadeiro painel musical dos últimos cinqüenta anos. No livro, 1500 histórias de primeiro nível registrando as diversas fases, faces e historicidades da maior cidade do país, e, entre eles, o Itarareense (radicado em São Paulo desde 1970) Silas Correa Leite, que foi destaque na manchete (fragmento de sua história “A Única Oração Que eu Conheço”) que está no livro em comovente depoimento dos anos de chumbo da ditadura militar, e também está no site como foi destaque no Diário Oficial do Município de São Paulo da referida data. Silas Correa Leite, o popular Poetinha, escritor premiado de nossa cidade, vários livros, colaborando com mais de trezentos sites e dezenas de jornais, revistas e mesmo outros veículos de comunicação, já destaque na mídia inclusive televisiva, começou com 16 anos a escrever para o Jornal O Guarani, em 1968, e, mais uma vez agora, como em Itararé, em São Paulo novamente tem seu nome reconhecido, seu registro de passagem vencedora e brilhante também por lá. O leitor pode ter acesso free ao livro em arquivo pdf que disponibilizado no site. (Do Correspondente)
Escrito por artistasdeitarare às 21h55 [(0) Comente] [envie esta mensagem [link]

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Escrito por Clésio de Luca às 16h14
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Hoje dia 01 de junho de 2010 O:46 m do dia 02 de junho de 2010; Alteração de senha na uol>
Escrito por Clésio de Luca às 00h47
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FRASES; "O mundo perfeito seria uma casa na praia, com mulher, filhos, cachorro e uma cerveja bem gelada." Paulo Vilhena, Ator mostrando seu lado, digamos assim sonhador. | Publicações > Mamíferos de Santa Catarina |  |  |
| | | | | Autoria: A bióloga Ana Verônica Cimardi |  Atualmente, existem 5 mil espécies de mamíferos em todo planeta, cerca de 700 vivendo na região neo-tropical. Em Santa Catarina temos 169 espécies registradas - 23% deste total. O livro consolida informações sobre estas 169 espécies de ocorrência no Estado e descreve em detalhes 65 delas. Estas são ilustradas em belíssimas pranchas de aquarela.
Elas foram produzidas especialmente para o livro pelo pintor mineiro Eduardo Parentoni Brettas, especialista em pintura naturalista, oferecendo ao leitor a oportunidade de visualizar a imagem dos mamíferos mais representativos da fauna catarinense. Mamíferos de Santa Catarina é o resultado de muita dedicação e esforço ao longo de 12 anos de estudos da bióloga. Em todo este período, na busca incessante da identificação das espécies, foram realizadas muitas viagens a campo pelo território catarinense, bem como visitas a museus e pesquisas bibliográficas. Após estes estudos, surge no Estado o primeiro livro que objetiva compilar várias informações sobre a biologia das espécies, suas características externas, habitat, hábitos, distribuição geográfica e a relação com o homem. Publicação Mamiferos de Santa Catarina, da bióloga Ana Verônica Cimardi.
Prezada Ana Verônica
Estive ai na Fatma você se encontrava no Rio Grande do Sul, e gostaria de saber se há disponibilidade desta publicação.
Sou estudante de Agronomia na UFSC e caso positivo, favor responder ao meu e-mail . Grato pela sua atenção.
Fernando Vieira de Luca (48) 32824368 ou celular 8801-1233. |
Escrito por Clésio de Luca às 11h03
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